5G no Brasil: o que vem por aí

5G significa quinta geração da telefonia celular. As primeiras redes 5G serão instaladas nas capitais brasileiras até julho de 2022.

No 5G, a velocidade de download fica próxima a 1 Gbps, 10x mais que no 4G. Isso permite serviços de streaming em altíssima resolução e transmissão de vídeos ao vivo em 360 graus.

A latência no 5G fica abaixo de 1 ms, o que viabiliza serviços que requerem resposta instantânea, como carros autônomos

Uma torre 5G consegue conectar 100 vezes mais dispositivos simultaneamente que o 4G, o que deve alavancar diversos serviços de Internet das Coisas

Na indústria, o 5G substituirá a fibra óptica no chão de fábrica, conferindo maior mobilidade para as máquinas.

Na mineração, servirá para controlar caminhões e máquinas remotamente, em áreas de maior periculosidade e/ou difícil acesso

No campo, será usado por drones para a análise em tempo real das imagens captadas, para definir áreas que precisam receber defensores agrícolas

A principal faixa de frequência do 5G é a de 3,5 GHz, leiloada em novembro de 2021 pela Anatel. Claro, Vivo e TIM adquiriram licenças nacionais de operação.

Também foram vendidas licenças regionais. A Brisanet vai operar 5G no Nordeste e no Centro-Oeste. A Sercomtel, em São Paulo e no Norte. O Consórcio 5G Sul, na região Sul.

A Cloud2U comprou uma licença de 5G para Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. E a Algar Telecom, para a sua região de atuação, no Triângulo Mineiro.

O leilão de 5G foi concluído com valor econômico de R$ 47,2 bilhões. A maior parte será convertida em compromissos de investimento, incluindo cobertura de cidades com menos de 30 mil habitantes, escolas e rodovias.

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