A Vivo informou que as negociações com empresas contratantes no Vivo Satélite serão avaliadas caso a caso, após o término do período de degustação de três meses. Em resposta enviada ao Mobile Time nesta terça-feira, 27, a companhia informou que isso será feito de forma individualizada, pois cada companhia tem particularidades em seus acordos com a operadora.
Sobre o B2C, a Vivo preferiu não abrir detalhes em relação ao modelo de negócio que será feito no serviço de satélite, após os 12 meses de degustação.
Vale lembrar que este modelo de gratuidade temporária é similar àquele feito entre Vivo e Perplexity, em que os assinantes tiveram 12 meses de degustação sem custos. Contudo, o aplicativo de IA não teve a tração aguardada e foi substituído pelo Gemini em junho deste ano.
Serviço do Vivo Satélite e expectativa
A Vivo informou que o serviço de satélite utiliza o seu espectro, ou seja, os satélites da Starlink funcionam como uma extensão da rede móvel da operadora, como ERBs no espaço. Isso funciona para dar conectividade aos consumidores em locais sem cobertura da rede terrestre.
Importante dizer que um levantamento da Ookla enviado ao Mobile Time nesta terça-feira revelou que Nova Zelândia e Chile são os países com o maior uso de serviço D2D no mundo. Chama a atenção que a Entel Chile, única operadora chilena com D2D disponível, reportou que 10% dos clientes conquistados no segundo trimestre deste ano vieram por causa da conectividade satelital.

