A demanda por equipamentos Wi-Fi 7 no mercado corporativo brasileiro deve dobrar este ano em relação ao ano passado, prevê Marcelo Oliveira, diretor comercial de enterprise da TP-Link. A fabricante atua no mercado corporativo de Wi-Fi com a marca Omada.

“A demanda pelo Wi-Fi 7 está crescendo. A gente imagina que vai dobrar este ano em comparação com o ano passado. É uma tecnologia que o custo-benefício já está muito bom, próximo do Wi-Fi 6”, comentou Oliveira, em conversa recente com Mobile Time, durante o Smart City Expo, em Curitiba.

A Anatel decidiu dividir a faixa de 6 GHz entre Wi-Fi e telefonia celular. Só que esse espectro está sendo pouco usado no Brasil porque as vendas do Wi-Fi 6E e 7 ainda não decolaram. Entre os motivos está a disponibilidade pequena de dispositivos para o usuário final que sejam compatíveis com o padrão. E o executivo afirma também que há equipamentos Wi-Fi 7 de concorrentes que não utilizam a faixa de 6 GHz.

Omada quer liderar mercado brasileiro em 2026

O diretor da Omada espera que a marca alcance em 2026 a liderança em Wi-Fi no mercado corporativo do Brasil. Ele lista entre as vantagens competitivas o custo total de posse (TCO, em inglês) até 40% mais barato que os concorrentes. Isso é possível pelo fato de a Omada não cobrar por licença de uso e por oferecer garantia e suporte gratuito durante toda a vida útil do equipamento.

Outra vantagem competitiva, na sua avaliação, é a estratégia de fabricação vertical da TP-Link, com unidades fabris no Brasil e na China.

Para o fim deste ano a TP-Link promete lançar globalmente os seus primeiros equipamentos Wi-Fi 8.

A ilustração no alto foi produzida por Mobile Time com IA

 

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