A Claro terminou 2025 com uma receita de R$ 52 bilhões, uma alta de 6% contra R$ 49 bilhões de um ano antes, em resultado que a companhia atribuiu à liderança em portabilidade móvel, aumento da base do pós-pago e do ARPU, conforme refletido no último trimestre do ano.
Desse total, a receita de serviços foi R$ 28 bilhões, um incremento de 8,5% contra R$ 26 bilhões de 2024. E a receita de serviços fixos foi de R$ 20,7 bilhões, crescimento de 2% contra R$ 20,1 bilhões na comparação ano a ano. Ainda de acordo com relatório financeiro divulgado nesta terça-feira, 10, o faturamento com dispositivos passou de R$ 2,5 bilhões de R$ 2,8 bilhões, um aumento de 15%.
Com isso, a receita móvel da operadora representou 54% de seu total; o fixo, 40%; e aparelhos, 5,44%.
Vale dizer ainda que o lucro operacional (EBIT) cresceu 16%, de R$ 9,2 bilhões para R$ 10,7 bilhões. E o lucro antes dos juros, impostos e depreciação (EBITDA) subiu 7,5%, de R$ 21,7 bilhões para R$ 23,3 bilhões.
Claro móvel
Em 2025, a Claro encerrou com 89,5 milhões de clientes móveis e 775 mil linhas recebidas via portabilidade. Desse total, 58,4 milhões eram pós-pagos (65% do total), um segmento que teve adição líquida de 4,5 milhões de linhas, puxada pela portabilidade e pelas migrações de clientes do pré-pago. Por sua vez, o pré-pago terminou o ano com 31,1 milhões de linhas. A companhia destaca que essa área de negócio contribuiu para o aumento da receita móvel com forte aceleração das recargas.

