O Banco do Brasil vai analisar dados de comportamento de uso de celulares corporativos de seus colaboradores para aprimorar a proteção do acesso aos seus sistemas.

Hoje, o banco utiliza um modelo de inteligência artificial que analisa a habitualidade de seus 120 mil colaboradores, que somam 156 milhões de acessos diários aos seus sistemas. O modelo atual, contudo, trabalha somente com o histórico de acessos dos colaboradores aos sistemas por meio de computadores. A novidade agora será a adição de dados dos smartphones corporativos, o que vai melhorar ainda mais a acurácia do modelo.

A adição dos dados móveis deve começar a ser testada ainda este mês e faz parte do projeto de adoção do conceito de Zero Trust Network Access (ZTNA) pelo banco, informou Braun Muller, gerente responsável pela gestão de acessos e identidades (IAM, na sigla em inglês) do Banco do Brasil, durante palestra na primeira edição do Mobisec, em São Paulo, na última quarta-feira, 13.

A solução desenvolvida pelo BB gera alertas automáticos quando algum colaborador realiza atividades nos sistemas da companhia que divergem drasticamente dos seus hábitos.

 

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