A Apple encerrou 2025 quebrando recordes. Entre outubro de dezembro de 2025, a empresa registrou lucro de US$ 143,8 bilhões (R$ 746,02 bilhões), aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado, quando alcançou o então maior valor trimestral de sua história. O lucro líquido também avançou, chegando a US$ 42,1 bilhões (R$ 218,9 bilhões).
O trimestre histórico se deve especialmente às vendas de iPhone, responsáveis por mais da metade da receita registrada, cujo faturamento chegou a US$ 85,3 bilhões (R$ 443,12 bilhões), um crescimento de 14% no comparativo anual. “O entusiasmo das pessoas com o iPhone é algo extraordinário”, disse o CEO da empresa, Tim Cook, durante a apresentação de resultados realizada nesta quinta-feira, 29.
Apple: serviços também crescem
A segunda maior receita foi registrada em serviços, ao alcançar valor recorde de US$ 30 bilhões (R$ 155,7 bilhões), avanço de 14% no comparativo anual. O comércio de iPads também teve uma boa performance, ao subir para US$ 8,6 bilhões (R$ 44,63 bilhões). Em contrapartida, os faturamentos com Mac, e dispositivos de casa inteligente, wearables e acessórios, recuaram 7% e 3%, respectivamente. No trimestre, a Apple alcançou a marca de mais de 2,5 bilhões de dispositivos em uso.
Por região
Em termos regionais, o período foi exitoso em grande parte graças à receita registrada na América, onde a empresa embolsou mais de US$ 58 bilhões (R$ 301,1 bilhões). Com Europa (US$ 38,1 bilhões – R$ 197,8 bilhões) e Grande China — China Continental, Hong Kong, Macau e Taiwan — (US$ 25,5 bilhões – R$ 132,3 bilhões), na sequência.
Para o segundo trimestre, Cook afirmou que a expectativa é de que a receita da companhia tenha um novo avanço, entre 13% e 16%.
Ilustração produzida por Mobile Time com IA.


