Conquistar espaço no mercado corporativo é uma prioridade para a AMD no Brasil em 2026, informa o diretor geral da companhia no país, Sergio Santos, em conversa com Mobile Time.
“Queremos acelerar nosso crescimento no mercado corporativo. Temos muito espaço para avançar nesse segmento no Brasil este ano”, afirma o executivo.
Ele destaca como um dois diferenciais da fabricante de chipsets a consistência na execução do seu roadmap. “Todo ano cumprimos o que prometemos, consistentemente, desde 2017. A execução do roadmap é importante porque o cliente compra o equipamento apostando na sua evolução, por isso precisa ter visibilidade do roadmap”, explica.
De acordo com o diretor, a AMD vem crescendo acima da média do mercado no segmento corporativo no Brasil tanto em equipamentos para os clientes, por conta da troca de parque de computadores, quanto em servidores para data centers.
Santos atribui os resultados à qualidade da tecnologia da empresa, com destaque para o conceito de “chiplet”, que permite escalar o número de núcleos. “Quantos núcleos eu consigo colocar por soquete? Qual é o desempenho por watt ou por dólar? Quantos XFLOPS eu entrego por servidor? A gente ganha da concorrência em todas essas métricas — inclusive em densidade de computação. E, para o cliente corporativo, é isso que importa”, afirma.
Segundo o executivo, com a linha atual de chipsets da AMD o desempenho é sete vezes melhor do que o de servidores instalados em data centers de quatro anos atrás.
AMD para o consumidor final
Além do mercado corporativo, a AMD atua junto ao consumidor final, seja fornecendo processadores para PCs e laptops de diversas OEMs ou vendendo os componentes diretamente para quem prefere montar sua própria máquina, o chamado mercado DIY (do it yourself).
A ilustração no alto foi produzida por Mobile Time com IA


