A Microsoft incluiu o modelo Claude, da Anthropic, no Copilot Wave 3, antes baseado apenas na tecnologia da OpenAI. Segundo a big tech, a proposta é entregar agora uma IA agêntica com “QI de trabalho” (Work IQ), capaz de identificar como o usuário organiza suas tarefas e com quem interage, através da leitura de programas da própria Microsoft, como Outlook, Teams e Excel, o que contribui em sua maior assertividade. A novidade permite que o Copilot Cowork passe a executar novas funções, a exemplo de pesquisas aprofundadas e preparação de reuniões. Por trás da entrega de uma tecnologia mais arrojada, a empresa entra para competir no crescente mercado de IA agêntica em softwares para empresas.

Outro lançamento é o Agent 365, uma espécie de central de controle para monitorar, gerir e proteger agentes de inteligência artificial (IA) dentro do ambiente corporativo. O produto será disponibilizado a partir de 1º de maio, com um custo mensal por usuário de US$ 15 (R$ 78,83), e é apontado pela Microsoft como uma solução contra a proliferação de agentes não gerenciados. O sistema é capaz de dar uma identidade a cada agente, impor as políticas de uso do cliente ao modelo e garantir que o acesso a informações seja apenas ao que de fato é necessário, para impedir a visualização de informações confidenciais. 

A empresa também apresentou suas ferramentas para criação de agentes de IA para companhias: o Agent Builder e o Microsoft Studio. Tudo isso será unificado junto à licença empresarial de nuvem E5, no Pacote Enterprise E7, também chamado de Frontier Suite. Ele será disponibilizado na mesma data que o Agent 365, custando US$ 99 (R$ 520,25) cada licença.

Ilustração produzida por Mobile Time com IA.

 

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