Oito prestadoras apresentaram suas propostas para o leilão de 700 MHz, segundo a Anatel: Amazônia Serviços Digitais, Brisanet, Claro, iez! Telecom, MHNet, Telefônica (Vivo), TIM e Unifique. Nesta quarta-feira, 15, foram entregues os documentos de identificação, regularidade fiscal, propostas de preço e garantias de manutenção.
O leilão de radiofrequências tem blocos divididos pelas regiões do país. Seu propósito é levar sinal de celular para áreas rurais, estradas e regiões mais afastadas dos grandes centros.
Assim como o leilão de 5G, este também não é arrecadatório e se concentra na expansão da infraestrutura de rede a áreas remotas e deverá cobrir mais de 800 novas localidades desassistidas e um total de 7 mil km de rodovias federais, ou 26% da malha.
Leilão de 700 MHz na Justiça
A abertura dos envelopes com as propostas das operadoras participantes do leilão deve acontecer no dia 30 de abril. No entanto, associações como Acel e Telcomp contestam na Justiça a preferência dada às operadoras regionais para as licenças de 3,5 GHz. Enquanto a primeira associação alega que a Anatel estaria abrindo caminho para a Unifique e o consórcio Amazônia 5G participarem ilegalmente da primeira rodada, a segunda argumenta que a medida favorece três empresas – Unifique, Brisanet e iez! Telecom. A Justiça deu cinco dias para a Anatel se manifestar.

