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A Zoom (Android, iOS) confirmou nesta quinta-feira, 7, a aquisição da Keybase, um serviço de compartilhamento de arquivos e mensagens em nuvem. O intuito da transação é dar mais segurança à plataforma de vídeo que foi duramente criticada nas últimas semanas.

Embora a companhia tenha atualizado – na versão 5.0 – o seu serviço com criptografia no padrão AES-GCM com 256 chaves-bit, a tecnologia de proteção roda nos servidores da Zoom, assim como algumas funções usadas pelos clientes da empresa, como o uso para sala de videoconferência (in-room) e ligação ponte (phone bridge).

Com a tecnologia da Keybase, a Zoom quer levar uma criptografia de ponta a ponta na nuvem para a solução paga de reunião. Com a tecnologia, o apresentador gerará uma chave de acesso efêmera, que será envelopada com chaves-pares assimétricas e poderá ser alterada quando tiver uma mudança na lista de participantes. Ou seja, um modelo similar ao token dos meios de pagamento.

Não terão a criptografia no começo phone bridge, gravação em nuvem e soluções de conferência que não são da Zoom.

A expectativa da companhia é ter um desenho do modelo criptográfico no dia 22 de maio. A Zoom não informou os valores e os termos da aquisição.