O mobile banking é o principal canal de relacionamento entre clientes e bancos e 81% dos brasileiros usam aplicativos de bancos e fintechs para concentrar sua jornada financeira em um só lugar, o smartphone. Por outro lado, ¼ (21%) dos brasileiros recorrem a atendimento presencial nas agências bancárias. Além disso, 75% dos brasileiros considerariam usar apps que centralizem contas e serviços financeiros em um único ambiente, movimento diretamente ligado à expansão do Open Finance. Os dados são do levantamento Do Pix ao planejamento financeiro: como a tecnologia está mudando nossa relação com o dinheiro, realizado por Lina Open X com a MindMiners.

Apesar de o canal ser consolidado, o engajamento é falho, com apenas 23% dos ouvintes que seguem as dicas personalizadas passadas pelos bancos, sendo 38,85% (25,75 % raramente + 13,10 % ignoram) pouco aproveitam o conteúdo. “Há espaço para os bancos transformarem o app em hub efetivo de orientação financeira”, aponta a pesquisa.

E, para 39% dos entrevistados, a tecnologia ajuda muito a melhora a relação com o dinheiro e, para 33% ajuda um pouco.

Pix e Open Finance

O Pix é usado por 73,50% como principal método de pagamento com alta frequência, e 76,60% substituíram total ou parcialmente o cartão físico. Entre o principal benefício para a sua adoção está a rapidez (49,80%), por outro lado, a segurança é a principal preocupação para 56,30%.

Com relação ao Open Finance, a ideia de centralizar é bem aceita, mas a segurança é o ponto de preocupação. 76,80% já ouviram falar em Open Finance, porém só 37,10% autorizaram o compartilhamento de dados. Mesmo assim, 85,80% integrariam pagamentos em um único app (36,90 % sim + 48,90 % talvez), mas o temor de golpes afeta 56,30% dos respondentes.

Educação financeira

Mais de 37% dos entrevistados disseram nunca terem tido educação financeira. Entre os maiores entraves estão falta de renda (27,20%) e falta de hábito (26%). E 26% poupam todos os meses e somente 12,80% se sentem preparados para imprevistos.

Metodologia

A Lina Open X e a MindMiners ouviram 1 mil pessoas, entre homens e mulheres, de diferentes classes sociais, regiões do país, com 50% concentrados no sudeste, e idades variadas, sendo 45% dos ouvidos são acima de 41 anos.

 

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As ilustrações das matérias são produzidas por Mobile Time com IA