A Meta fechou o segundo trimestre de seu ano fiscal com receita de R$ 60,8 bilhões, um crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. O valor majoritariamente vem da família de aplicativos, que representaram mais de 99% do faturamento, com lucro operacional de US$ 23,39 bilhões. A divisão de Reality Labs teve um faturamento de US$ 431 milhões, mas com um grande prejuízo, de mais de R$ 4,5 bilhões, apesar da alta de 16% ano a ano.

Em movimento contrário, o lucro líquido recuou 14%, alcançando US$ 15,85 bilhões, pressionado pela alta nos custos e nas despesas operacionais da empresa, que saltaram 55%, superando os US$ 42 bilhões. A big tech atribuiu a disparada a processos judiciais e desligamentos realizados em maio deste ano.

A média de usuários ativos por dia cresceu 3%, alcançando os 3,6 bilhões, com destaque para os 2 bilhões do Instagram e os 500 milhões do Threads. O volume de impressões de anúncios em todos os aplicativos da big tech registrou alta de 14% e o valor médio pago por propaganda avançou 12%. 

Como consequência, a receita com publicidade passou de US$ 59 bilhões. O período também registrou o recorde de 30 milhões de mensagens enviadas via WhatsApp (Android, iOS), durante a final da Copa do Mundo, no início de julho.

Para o próximo trimestre, a Meta acredita que a receita ficará entre US$ 61 bilhões e US$ 64 bilhões. Para o ano, a projeção da empresa é que os gastos subam, oscilando entre US$ 165 bilhçoes e US$ 169 bilhões.

 

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